Erros
Todos os erros encontrados nos manuais devem ser enviados aos autores, que farão o seu melhor para os corrigir. Note-se que os capítulos apresentados a título de exemplo neste site diferem dos capítulos impressos, que entretanto foram corrigidos em vários pormenores.
11.° ano
Estes erros foram encontrados pelos professores Maria Bouça, Luís Gonçalves, Luís Veríssimo, António Padrão, Celso Oliveira, Carlos Pires, João Paulo Maia e pelos alunos do 11.º E da E. S. Manuel Teixeira Gomes, de Portimão. Obrigado a todos!
- pág. 13, última frase: em vez de "Quando um argumento
é válido, as premissas justificam a conclusão porque é impossível, ou improvável, que
as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa." deve ler-se "Quando um argumento
é válido, as premissas podem justificar a conclusão porque é impossível, ou improvável, que
as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa."
- pág. 35, primeira tabela: a segunda premissa correcta é P, sem negação.
- pág. 129, terceiro parágrafo da secção "Conhecimento a priori e a posteriori", onde se lê "Também se chama "conhecimento empírico" ao conhecimento a priori:" deve-se ler "Também se chama "conhecimento empírico" ao conhecimento a posteriori:"
- pág. 41, inspector de circunstâncias: o que está por baixo de P (na primeira premissa), deve estar antes por baixo do símbolo da disjunção.
- pág. 41, exercício de revisão 2c: onde está "uma vida não examinada" deve-se ler "uma vida por examinar".
- p. 193, terceiro parágrafo a contar do fim, terceira linha, última palavra: em vez de "normalógico" deve-se ler "nomológico".
- p. 205, título "1. O problema da demarcação"; deve ser antes "1. A evolução da ciência segundo Popper".
- p. 234, último parágrafo do ponto 2, quarta linha: onde se lê "floresta Amazónia" deve-se ler "floresta amazónica".
- p. 207, cabeça: onde se lê "CONHECIMENTO VULGAR E CONHECIMENTO CIENTÍFICO" e "Capítulo 7" deve-se ler respectivamente "A RACIONALIDADE CIENTÍFICA E A QUESTÃO DA OBJECTIVIDADE" e "Capítulo 9".
- p. 21, última linha: onde se lê "Chama-se também "conectiva proposicional" aos operadores verofuncionais." Deve-se ler "Chama-se também "conectivas proposicionais" aos operadores verofuncionais."
11.° ano, livro de apoio
- pág. 25, solução para a questão 3b que faz parte das perguntas de revisão da página 31 do manual: onde se lê "3.b) É verdadeira, pois é verdadeira qualquer bicondicional cujas duas proposições sejam verdadeiras" deve-se ler "3.b) É verdadeira, pois é verdadeira qualquer bicondicional cujas duas proposições sejam verdadeiras ou falsas"
- pág. 26, solução para a questão 1f que faz parte das perguntas de revisão da página 38 do manual: na tabela de verdade, o resultado da última fila é F e não V.
- pág. 28, correcção do exercício de revisão 2.f) da página 41 do manual: a consequente da primeira premissa da forma argumentativa tem uma negação a mais, e o argumento é válido.
- pág. 28, inspector do exercício 2h: falta a consequente Q da primeira premissa, seguido de vírgula.
- pág. 24, correcção da questão 1 de
Revisão da página 23 do manual: onde se lê "uma proposição simples na qual ocorre
esse operador" deve-se ler "uma proposição composta ou complexa na qual ocorre um operador".
- pág. 29, solução do exercício de revisão 2 da página 43 do manual: onde se lê "Verdadeiro" deve-se ler "Falso".
- pág. 43, solução da questão de revisão 1 da página 93 do manual: onde se lê "Verdadeiras: a, b. Falsas: c, d." deve-se ler "Verdadeira: b. Falsas: a, c, d."
- pág. 44, solução da questão de revisão 3e da página 98 do manual: onde se lê "e) Argumento indutivo válido" deve-se ler "e) Argumento por analogia válido"
10.° ano, 1.º volume
- Página 13 — Na questão 1 do grupo 2 do teste diagnóstico, alínea 1, onde se lê "prefaz" deve-se ler "perfaz". (Os nossos agradecimentos ao professor Luís Gottschalk, da Escola Secundária de S. João do Estoril.)
Livro de Apoio
- Página 73 — Nas soluções das fichas de avaliação Parte 1, grupo 2, questão 5, onde se lê "Há liberdade, mas não há responsabilidade moral" deve-se ler "Não há liberdade, mas há responsabilidade moral". (Os nossos agradecimentos à professora Maria Bouça.)
11.° ano
- Páginas 51, 53 e 55 — Na cabeça das páginas, onde se lê "lógica normal" deve-se ler "lógica formal".
- Página 55 — Onde se lê "¬A → ¬B" (a conclusão da falácia da negação da condicional) deve-se ler "¬A ∧ ¬B". (Os nossos agradecimentos ao professor José Carlos Soares, da Escola Secundária da Boa Nova, Leça da Palmeira.)
- Página 75 — Onde se lê "diá-logo" deve-se ler "diálogo".
- Página 97 — Onde se lê "Imagine-se que ele achava que era dois, mas não tinha a certeza." deve-se ler "Imagine-se que ele respondeu ao acaso que era dois, para ver se acertava." (Os nossos agradecimentos ao professor Jorge Mendes, da Escola Secundária Dr. Manuel Candeias Gonçalves, Odemira.)
- Página 127 — Uma translineação errada: "out-ras".
- Página 171 — A data correcta relativa a Kuhn é 1922-1996 e não 1642-1727.
Livro do Professor
- Página 31 — Onde se lê "10.° ano" deve-se ler "11.° ano".
- Planificações — Onde se lê "Conteúdos" deve-se ler "Objectivos".
Caderno do Estudante
- Página 38 — Onde estão martelos semânticos, deveriam estar martelos sintácticos. (Os nossos agradecimentos ao professor Celso Oliveira, da Escola Secundária José Macedo Fragateiro, Ovar.)
Conhecimento inferencial a priori
Na pág. 106 (11.º ano), encontra-se o seguinte exemplo de um argumento cuja conclusão é conhecida inferencialmente a priori:
Se a vida é sagrada, é errado matar animais.
A vida é sagrada.
Logo, é errado matar animais.
Alguns estudantes e professores poderão ter dúvidas quanto ao carácter a priori da segunda premissa. A premissa é a priori porque não há qualquer informação empírica que nos permita descobrir que a vida é sagrada. Contudo, o exemplo pode ser considerado didacticamente desadquado precisamente por poder levantar algumas dúvidas. Eis um exemplo menos problemático:
Se 103 for apenas divisível por si mesmo e por 1, é um número primo.
103 só é divisível por si mesmo e por 1.
Logo, 103 é um número primo.
Os nossos agradecimentos ao professor Luís Gottschalk (Escola Secundária de S. João do Estoril).
24 formas silogísticas válidas
Note-se que, como se afirma no Caderno do Estudante, há exactamente 24 formas silogísticas válidas. Infelizmente, contudo, muitos livros e manuais dão a ideia errada de que há apenas 19 formas silogísticas válidas. O que se passa é que se considera que as 5 formas silogísticas restantes são "redundantes". Mas a redundância é irrelevante para a validade. Este aspecto é importante, pois alguns professores e estudantes poderão ficar confundidos, consultando outros livros, pois neles não se referem as tais 5 formas silogísticas "redundantes". Um exemplo de uma forma silogística válida mas "redundante" é a seguinte:
Todo o B é C.
Todo o A é B.
Logo, algum A é C.
Esta forma silogística é válida, mas "redundante" em relação à forma Barbara. "Redundante" significa que a conclusão é mais fraca do que a conclusão de Barbara, que tem precisamente as mesmas formas proposicionais como premissas. Mas este é um aspecto irrelevante, dado que nada há de errado em concluir menos do que é possível concluir, num argumento qualquer. E por vezes queremos mesmo concluir menos do que é possível concluir; por exemplo, de "Todos os homens são mortais" pode-se validamente concluir que "Todos os homens são mortais", mas é evidentemente muito mais informativo concluir que Sócrates é mortal.